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Mostrando postagens de novembro, 2020

Uma breve: História de Amor (2)

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     Em tudo que compartilho aqui, onde muitos chamam de mural das lamentações e eu enxergo uma possibilidade de atingir corações, eu preciso de um estopim, uma lâmpada do Inspetor Bugiganga, um estalo do Dr. Emmet Brown, um plano de dominação do mundo para o Cérebro compartilhar com o Pink. Isso sempre acontece e sempre aconteceu de forma natural e de fato, não planejada. Dessa vez foi com uma música do grandioso Mestre das canções que fazem pensar, da voz inconfundível Eddie Vedder.      Então, com resquícios do espaço de sabedoria criado pela letra de Society, eu continuo a última história daquele casal, que por mais anônimo que seja, aqui na cabeça de quem lê a garota fascinante e desavisada e o garoto inteligente e amoroso, tomam forma e ganham vida e faces que apenas cada um pode descrever. Como, comentei no post anterior, essa é a parte mais legal de ver a reação dos leitores. Para quem não sabe como a história está, por favor leia o último post. ......

Uma breve: História de Amor (1)

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     Se conheceram em um dia normal. Quente e suado. A busca por resultados de ambas as partes os aproximou e fez com que conversassem. Ele se encantou pelo sorriso dela, pela sua simpatia, porque ela era "tão linda" e ainda tinha um óculos no rosto (coisa que na cabeça dele é um paradigma de beleza). O papo rolou com facilidade. Muito tranquilamente. Tão fácil, que a amiga que estava no mesmo ambiente foi vista apenas "alguns assuntos" depois. Ela se encantou pela autenticidade dele, porque ele era querido e não olhou pra ela com "segundas intenções" (agora este que vos escreve diz que realmente não olhou, porque ele estava completamente bobo com o quão linda ela era) e nem importou com a dor que estava sentindo para recebe-la. Algum tempo passa. A vida segue. O relógio traz a lucidez do cotidiano e a amargura de empurrar as coisas com a barriga, com um leve período de epifanias.       Eles se encontram novamente, muito casualmente. Sem querer mesmo. ...

Ironia S/A

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     L á e aqui outra vez eu percebi estava em uma série de quases que em uma certa vez dão uma decisão. Como esta. É. Como esta de escrever esse prelúdio de uma fase. A possibilidade de estar em uma hierarquia de mundos é tão distinta da vida real, que as vezes assusta o reflexo do espelho ambivertido.      G arra? É. Pode-se dizer que é isso. Mas se a dúvida é muito presente o contrato não precisa ser rasgado? A perseguição de tudo que é busca por felicidade se torna paralela. R imas são mais usadas em momentos que os pensamentos se tornam frases teleguiadas. Não se entrega a dor, mas não se desfaz o amor.      I ato. Não. É hiato na verdade. Mas quantas letras sem som aparente são fases da vida? Ou ainda, quantas fases da vida, não aparecem até sentir falta do H? M as e amanhã? E depois? A busca inerente interna exposta ao avesso é um breve enxugar gelo se contarmos o tempo que temos nesta Terra. De novo, e amanha? E depois?    ...